Link Building e uma lição ética
Por Mauricio dia 26 Junho, 2008, 2:49 pm
Vamos encarar os fatos, todo mundo ama Link Building. O Google adora bons links, os usuários necessitam de referências relevantes, você sobe no ranking orgânico. Então, porque lá fora parece haver uma discussão infinita sobre esse assunto?
O cenário é o seguinte, nós temos os bandidos, os mocinhos e os espertões.
Os caras maus usam técnicas xiitas (no estilo homem bomba de ser) para conseguir links para seu site. Saem comprando links de sites com pagerank elevadíssimo, constroem assuntos mega hiper hype, passam o dia todo no digg.com e estão acima da lei do universo (leia-se google). Os mocinhos acreditam na terra prometida, seguem uma filosofia natural de vida, acreditam que a construção de links para seu site e para fora dele se dá de forma .. ahn .. vamos ver … "natural". Não se apegam a hype, morrem de medo de comprar um link em qualquer site achando que o FBI vai bater na sua porta 7 minutos e meio após a bandeirinha vermelha do google acender. E aí por último temos a malandragem, aqueles caçadores de links hype’s que só vivem de hype e a vida deles é voltada para o que a Paris Hilton comeu ontem. Se gabam a beça com seu PageRank 6 construído em cima de um reciprocal links de blogs registrados antes de ontem.
A leia universal (já sabe né?) não é clara. Não temos um Arnaldo César Coelho em nossa comunidade pra dizer "A regra é clara, toma cartão vermelho muito bem aplicado." Eu vivo escutando que Links Recíprocos são ruins para o peso do seu site, até hoje muitos blogueiros não são penalizados por isso. Eu conheço umas duas ou três fazendinhas de links e vamos ver, nada de punição!?
Estaria o Google aprendendo com o governo brasileiro como tocar uma democracia? Ou talvez o Matt Cutts estaria muito preocupado com a sua fantasia de Halloween em vez de melhorar as técnicas de identificação de web spam?
Será que os bonzinhos estariam passando para o papel de tolos? Os espertos para o papel de bonzinhos e os caras maus para o papel de espertões?
E você compra links? Espera que eles caiam do céu? Passa o dia todo no rec6.com.br só procurando um hype? Quem está certo?
Post dedicado ao Ricotta e ao Heron
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- Pingback por Link Building x Ética « Consultoria SEO - Otimização de sites dia Novembro 26, 2008 @ 2:20 pm










HEhehehe, muito bom o post Maurício!
Foi excelente a parte da fantasia do Matt Cutts =)
Grande abraço!
Acho que esse é um dos pntos mais polêmicos quando falamos em SEO. Na verdade a estratégia de link building deve ser “traçada” de acordo com o ramo e as possibilidades do site, isso significa que para certos tipos de sites teremos certos tipos de links, ex: um site de ramo mais “underground” na web, no ramo de jogos, sexo, remédios, não consegue estabelecer uma rede “natural” de links, extensa o bastante para causar efeito perante seus concorrentes, assim tem que apelar para sistemas menos “ortodoxos”, como linkfarmes, link exchance em massa e outras mais, que geram muitas vezes uma grande quantidade de links com baixa qualidade (relevância).
Sites em ramos mais convencionais podem criar suas redes de link com estratégias menos obscuras, através de link exchange dentro de sua área temática (Neighborhood), algumas vezes até utilizando de técnicas mais “arrojadas” procurando evitar o “reciprocal”. A questão é até que ponto isso é natural ou não. Acho que “natural” é uma palavra equivocada para esse processo quando executado profissionalmente dentro de uma concepção de marketing. Natural é aquilo que acontece sem intervenção ou objetivo determinado, assim “Link Building” (Construção de Links) não pode ser natural.
Acho que o fator de equilibrio nisso tudo é o bom senso, que aqui é ditado pela “Relevância” (palavra que o Google adora!), links relevantes são aqueles encontrados em sites do mesmo ramo, que por isso devem por prerrogativa ampliar de alguma forma a abrangência sobre o determinado termo estendendo o universo da pesquisa para o usuário.
Quanto a links pagos o Google não diz que é crime vendê-los, apenas pede que a natureza desta transação seja informada ao Robô através do atributo “nofollow”, da mesma forma que compramos impressoes de banners e outros formatos com intúitos comerciais também podemos comprar links, o que incomoda as SEs é o fato de que um link que não indica sua natureza (comprado ou não) de partida já é um voto para a “Popularidade” de um site o que interfere na imparcialidade do resultado da pesquisa, porém é muito dificil separar o “joio do trigo”, portanto o que salva, em parte, o algoritimo é a “relevancia” do conteúdo.
Não existe uma forma natural de se fazer link building, existe uma forma consciente, que leva em conta especialmente a “relevancia” do link. O resto são táticas…
grande maurício
Excelente post! realmente sempre tem as técnicas do mau de conseguir links. Já vi empresas que rendem milhares tomarem ban por causa disso.
espero encontrá-lo nos próximos eventos
grande abraço